44. Ir ao Restelo ver um jogo de futebol. 7.03.10
domingo, 7 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Decidir...
Quando me perguntam a opinião sobre alguma decisão a tomar eu incentivo sempre a seguir a intuição. Pesar os prós e os contras, avaliar a situação mas nunca descurar o que o nosso sexto sentido nos diz. Afirmo reiteradamente que mais vale arrependermo-nos por aquilo que fizemos do que por aquilo que não fizemos...
Mas agora... agora que sou eu que tenho uma decisão a tomar não me consigo decidir. Posso argumentar que é uma decisão para a vida, que é algo que não dá para voltar atrás, não dá para desistir... penso que acima de tudo tenho medo, receio não ser capaz, não conseguir lidar com as diversas situações com que me irei deparar, deixar de ter como pagar as contas e também não ter capacidade de resistir a todo o desgaste que vou sofrer...
Não sou cobarde, mas não quero avançar para provar a mim mesma que nada temo. Quando são os outros é tão fácil mas eu... ai eu... pressinto que ainda vou ficar a cozinhar esta ideia mais uns dias...
Mas há oportunidades que nos escapam pelos dedos das mãos e eu não quero que esta seja uma delas...
E sim... já consultei a minha intuição, mas ela disse-me para voltar mais tarde.
Mas agora... agora que sou eu que tenho uma decisão a tomar não me consigo decidir. Posso argumentar que é uma decisão para a vida, que é algo que não dá para voltar atrás, não dá para desistir... penso que acima de tudo tenho medo, receio não ser capaz, não conseguir lidar com as diversas situações com que me irei deparar, deixar de ter como pagar as contas e também não ter capacidade de resistir a todo o desgaste que vou sofrer...
Não sou cobarde, mas não quero avançar para provar a mim mesma que nada temo. Quando são os outros é tão fácil mas eu... ai eu... pressinto que ainda vou ficar a cozinhar esta ideia mais uns dias...
Mas há oportunidades que nos escapam pelos dedos das mãos e eu não quero que esta seja uma delas...
E sim... já consultei a minha intuição, mas ela disse-me para voltar mais tarde.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Palavra Vs Acção
As palavras são essenciais. E eu constantemente, emersa nas mesmas, valorizo o dom da palavra, aprecio a frase dita no momento certo, no lugar adequado, no tom apropriado. Porém, também sei que as acções suplantam as palavras. Estas são, por vezes, falsas, vazias, enganadoras, mas as acções, a forma como se age, como se escolhe agir, como se opta por fazer as coisas denunciam as nossas intenções. É assim que se vê a mudança ou a permanência, a vontade de persistir ou a intenção de modificar.
As palavras são necessárias…. mas é a acção que valida, que valoriza, as palavras.
As palavras são necessárias…. mas é a acção que valida, que valoriza, as palavras.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Cinco minutos....
Durmo numa cama que tem lençóis polares e uso dois pijamas igualmente polares, o que é praticamente equivalente a dormir numa nuvem fofinha e bem quentinha. Sei que ao ouvir o despertador o mais provável é desligá-lo, enroscar-me na cama e virar-me para o lado e claro… acordar tarde. Demasiado tarde…não para chegar ao trabalho (nessas situações nunca me atraso) mas para fazer o que tenho que fazer.
Assim, ontem à noite resolvi recorrer ao meu despertador pessoal e lá pedi com muito jeitinho que não saísse de casa sem me ver em pé. Acordou-me, muito querido, com muitos beijinhos, festinhas e miminhos, que mesmo assim não me pareciam suficientes para eu abandonar o meu céu com ar climatizado.
Após alguma insistência, levanto-me, sento-me na cama a piscar os olhos na tentativa de acordar os neurónios e pôr-me a mexer. Eis quando oiço a rádio “Bom Dia! São 7 da manhã em Portugal continental e na Madeira e 6 da manhã nos Açores”. O QUÊ??? Acordou-me cinco minutos mais cedo??!! Isso não se faz, a sério que não!! É que cinco minutos é quase uma hora!!
Assim, ontem à noite resolvi recorrer ao meu despertador pessoal e lá pedi com muito jeitinho que não saísse de casa sem me ver em pé. Acordou-me, muito querido, com muitos beijinhos, festinhas e miminhos, que mesmo assim não me pareciam suficientes para eu abandonar o meu céu com ar climatizado.
Após alguma insistência, levanto-me, sento-me na cama a piscar os olhos na tentativa de acordar os neurónios e pôr-me a mexer. Eis quando oiço a rádio “Bom Dia! São 7 da manhã em Portugal continental e na Madeira e 6 da manhã nos Açores”. O QUÊ??? Acordou-me cinco minutos mais cedo??!! Isso não se faz, a sério que não!! É que cinco minutos é quase uma hora!!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Da Madeira...
Impermeabilizar grande parte da ilha não foi uma ideia feliz, interromper e estrangular o natural curso das águas também não foi um pensamento brilhante. Não é a Natureza que tem que se adaptar a nós, somos nós que temos que nos adaptar à Natureza. Enquanto não o fizermos vamos continuar a ter as nossas casas destruídas, a nossa população morta, ferida ou desaparecida e continuaremos sempre a falar de catástrofe com danos incalculáveis.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Parece-me que...
Parece-me que a maior desilusão dos portugueses nos últimos tempos é o envolvimento do Figo nestas embrulhadas de corrupção.
Dos políticos, deputados, primeiro-ministro, procurador geral, tudo se espera, já nada surpreende. Mas um elevado digníssimo representante da nossa pátria-mãe? Um profissional que tanto fez pelo nosso país, como é possível?
Sim, porque se já não podemos confiar nos jogadores da bola, em quem podemos confiar?
Dos políticos, deputados, primeiro-ministro, procurador geral, tudo se espera, já nada surpreende. Mas um elevado digníssimo representante da nossa pátria-mãe? Um profissional que tanto fez pelo nosso país, como é possível?
Sim, porque se já não podemos confiar nos jogadores da bola, em quem podemos confiar?
Actualização III
3. Aprender a fazer bolo de chocolate. 19.02.10
Faz-se em oito minutos no micro-ondas... Quem é que está desgraçada, quem é? Quem é que se vai tornar diabética num piscar de olhos? Quem é que tem mais dois pratos iguais a este à espera na cozinha para serem devorados? Lá vou eu ter que fazer o sacrífício de dar cabo deles antes que se estraguem...
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